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2 de jul. de 2026
Tem gato e cachorro na mesma casa? Entenda a esporotricose, como ela passa de um pet pro outro e por que a triagem antes de juntar os bichos protege todos.
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Esporotricose em casas com gatos e cachorros: o risco que o olho não vê
Quem tem gato e cachorro dividindo a mesma casa costuma achar que, se os bichos convivem bem, está tudo certo. Só que a esporotricose em casas com gatos e cachorros mostra uma coisa que muita gente nunca parou pra pensar: convivência tranquila não garante que os dois estão saudáveis. Essa doença é silenciosa, comum no Rio de Janeiro, e passa de um animal pro outro sem dar sinal.
A ideia aqui é simples. Você vai entender o que é essa doença, como ela circula dentro de casa e o que dá pra fazer antes que ela apareça.
Doença de gato pega em cachorro?
Pega, sim. Várias doenças passam de uma espécie pra outra, e dentro de casa isso acontece com mais facilidade do que parece, porque os bichos dividem o mesmo espaço, brincam, se lambem e às vezes brigam.
A esporotricose é uma das mais preocupantes nesse cenário. O gato carrega o fungo, o cachorro entra em contato e pode desenvolver feridas na pele que custam a cicatrizar. E tem um detalhe que muita gente não sabe: ela também passa pra pessoas. É o que se chama de zoonose, ou seja, uma doença que vai do animal pro ser humano.
O que é a esporotricose
A esporotricose é uma infecção causada por um fungo, o Sporothrix brasiliensis. O gato é o principal transmissor. O fungo se acumula nas unhas e nas feridas dele, então basta um arranhão, uma mordida ou o contato direto com uma lesão pra passar adiante.
No começo, ela costuma aparecer como uma ferida pequena que não fecha. Com o tempo, se ninguém investiga, ela cresce e se espalha. Quanto mais cedo o problema é identificado, mais simples fica cuidar.

O gato pode parecer saudável e ainda transmitir
Esse é o ponto que pega a maioria dos tutores de surpresa. Um gato pode ser portador assintomático, quer dizer, ele carrega o fungo e consegue transmitir sem mostrar nenhum sinal de doença. Pelo bonito, comendo bem, brincando normal, e mesmo assim eliminando fungo pelo ambiente.
Por isso, olhar pro bicho e achar que "tá tudo bem" não conta como garantia. O que o olho vê é o comportamento. O que está na pele e nas unhas só aparece no exame.
Por que o Rio de Janeiro pede atenção redobrada
Se você mora aqui, precisa levar a esporotricose em casas com gatos e cachorros mais a sério ainda. O Rio de Janeiro é o epicentro dessa doença no Brasil, com casos registrados em praticamente todas as regiões da cidade e da Baixada.
Vale manter a calma junto com a atenção. Numa cidade onde o fungo circula tanto, um gato que sai na rua, que teve contato com outro gato de rua ou que foi adotado sem histórico tem chance real de já ter cruzado com ele. E aí, sem ninguém perceber, ele leva o fungo pra dentro de casa.
Antes de juntar um pet novo com os que já moram em casa
Aqui está a parte mais importante do texto. Todo animal novo que chega deveria passar por uma triagem laboratorial antes de encostar nos que já moram na casa.
Parece exagero, mas é o contrário. É o passo que evita transformar uma adoção feliz num problema de saúde pra todo mundo, incluindo você e sua família. A gente chama isso de quarentena com respaldo laboratorial: o bicho novo fica separado por um tempo e faz alguns exames antes de ter contato livre com os outros.
Vale pra quem acabou de adotar, pra quem pegou um filhote na rua e pra quem vai receber o gato ou o cachorro de alguém. O carinho pode ser imediato. A convivência solta é que precisa esperar o laboratório dar o ok.

Quais exames fazem parte da triagem
A triagem básica de um pet novo costuma incluir:
Parasitológico de fezes, pra identificar vermes e giárdia, que também passam entre os animais e pras pessoas
Citologia, que analisa material coletado de uma ferida ou da pele pra procurar o fungo da esporotricose
Cultura fúngica, que confirma a presença do fungo com mais precisão
Hemograma, um exame de sangue que dá um panorama geral da saúde do animal
São exames simples de coletar e que respondem uma pergunta que o olho nunca responde sozinho: esse bicho novo está seguro pra viver junto com os outros?
Como o Laborlife ajuda tutores e veterinários
O Laborlife faz exatamente esse tipo de triagem. Citologia, cultura fúngica e parasitológico de fezes fazem parte da rotina do laboratório, que atende tutores e veterinários no Rio de Janeiro com foco em casas que têm mais de um pet.
Pro tutor, é a tranquilidade de saber que a casa está segura antes de juntar os bichos. Pro veterinário que atende lares multipet, é o respaldo pra recomendar a triagem na entrada de cada animal novo, com resultado confiável pra fechar o diagnóstico.
Antes de soltar o novo morador, chame o laboratório
Se tem uma coisa pra levar desse texto, é essa: num lar com gato e cachorro, a esporotricose em casas com gatos e cachorros é um risco que dá pra prevenir. Basta não pular a etapa do exame antes de juntar os bichos.
Você tem gato e cachorro morando juntos? Compartilha esse texto com quem também tem, pode ser o empurrão que faltava pra alguém fazer a triagem antes de um problema aparecer. E se quiser cuidar dos seus, chama a gente no WhatsApp pelo link na bio. A gente te ajuda a começar pelo caminho certo.
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